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qUEM SOU?

                Me lembro do primeiro dia de aula do curso de psicologia, a professora pediu que escolhêssemos um objeto na carteira que melhor nos representasse, depois pediu que descrevesse a relação com tal objeto, eu não hesitei em escolher o lápis, na vida sou um lápis, não tenho medos de errar, pois se precisar também não tenho medos de voltar atrás para consertar algo, não tenho medos de reconhecer, muitas das vezes recorro a amiga borracha, que aqui ouso a chamar de perdão. Porém com o passar do tempo fui percebendo que algumas histórias, mesmo escritas com lápis e podendo usar da borracha do perdão para apagar, deixam marcas profundas na folha usada, ou seja, nem sempre reconhecer o erro,  voltar atrás, usar do perdão,  é o suficiente, ainda assim, as feridas por mim deixadas no outro seriam corrigidas tão facilmente. Foi então que senti Deus me chamar para algo mais profundo, surgiu o desejo de buscar o ser humano em uma totalidade, buscar o interior, ajudar a preencher as marcas deixadas, resgatar a essência, deixar a folha sem manchas, é curar a alma por inteiro, e isto só é possível com o auxílio do “Espírito Santo”. Aprender a ser  lápis, como já dizia Santa Tereza de Calcutá, é aceitar que preciso ser instrumento nas mãos de Deus, para que Ele me use da forma correta para escrever.
                De hoje em diante, que eu não precise mais dizer:  “Quem sou”, mas sim “Quem Ele é”. O “Espelho da Alma”, tem o objetivo de lhe ajudar a refletir no exterior a imagem do criador, ela está em sua “Alma” . 
              Então Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.” (Gn 1, 26).
               Se por algum motivo vamos perdendo esta identidade, por nossos erros, ou por feridas deixadas em nós pelos outros, eu digo a você: entre e fique a vontade, permita que o Espírito Santo possa adentrar em seu interior e curar as raízes mais profundas, para de fato refletir a sua verdadeira imagem.
                Entre!... 
Seja bem-vindo (a) ao seu interior, onde Deus mora!